sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Dieta ou reeducação alimentar?

Ouve-se muito por aí que não se deve ficar muito tempo sem comer, que devemos beber no mínimo 2 litros de água por dia, que o ideal é evitar frituras, açúcar, excesso de sal e por aí ai, afinal as revistas e os programas de televisão divulgam bastante coisa. Mas afinal o que é melhor: uma dieta (existe uma infinidade delas: da Lua, da sopa, das proteínas...) ou uma reeducação alimentar? Outra pergunta: qual a diferença estre essas duas coisas? Pois é isso que aiser esclarecido hoje!

Ao ouvir falar em "dieta", a maioria imagina restrição das coisas de que mais se gosta de comer ou "greve de fome". Como diz aquela nutricionista do programa Zorra Total, a Lorca, "dieta é calvário". Não é bem assim que passa na cabeça de muitas de vocês?

A reeducação alimentar não deixa de ser uma dieta, só que com um outro nome. De qualquer forma, se for para escolher entre uma das duas, fique com a segunda opção. Algumas restrições terão de ser feitas, claro, no entanto, nem tudo que você gosta de comer, será preciso deixar de lado. A reeducação, como o próprio nome sugere, vai ajudar o indivíduo a modificar seus hábitos alimentares. Se esta pessoa não tinha o (bom) hábito de comer verduras, a partir do momento em que ela se propõe a este ojetivo de mudança, ela vai aprender a comer. Isso ocorre aos poucos, às vezes com diversas tentativas, uma vez que nem sempre um alimento é "bem vindo" ao nosso organismo. Porém, é necessário que, acima de tudo, haja comprometimento e determinação.

O nosso corpo é extremamente esperto. Se você entra naquelas dietas super rígidas, passa horas sem comer na tentativa de perder alguns quilinhos, ele pode é fazer ao contrário. Assim: quando o organismo está sem combustível, ele entende que precisa reservar energia, pois não sabe se virá ou não alimento mais tarde. Então, ele passa a economizar, ou seja, passa a funcionar mais lentamente. Resultado: além de ficar com fome e mau humor, você não vai perder nada.

E outra: há um hormônio chamado cortisol, que é liberado em situações de estresse e faz o corpo acumular gordura principalmente na região abdominal. E isso ninguém quer! Então, o que a gente ouve por aí de se alimentar mais vezes ao dia (entre 5 e 6 refeições) é pura verdade. Obviamente que tem de ser pequenas refeições, pois se exagerar nas porções poderá engordar. O simples ato de comer já vai gastar calorias (na digestão, por exemplo). Habitue-se a não pular refeições (problema bastante comum) e faça pequenos lanchinhos (fruta, barrinhas de cereal, iogurte, água de coco) nos intervalos para que seu corpo fique nutrido e garanta o emagrecimento, se for o caso, com saúde!